Quem é você, educador?

 É do Paulo Freire esta frase: “Me movo como educador, porque, primeiro, me movo como gente”.

É impressionante como nem todos os educadores  buscam o autoconhecimento.

Mas, certamente, para aqueles que não o fazem, este  artigo não é para eles. E sim, para você que se inquieta com perguntas e reflexões sobre o autoconhecimento.

Existem pessoas que estão dormindo pela vida e na vida, e, outras, que estão despertas.

Você está desperto(a), por isso, me lê.

Já percebeu que é muito mais fácil cuidar do nosso corpo físico do que do corpo emocional ou espiritual. Prova disso, é que quando  se está com algum mal estar físico, divulga-se  entre os seus colegas de trabalho, vizinhos e  familiares. Mas quando se tem entraves emocionais, é difícil admitir tal estado e muitos postergam a ajuda de um profissional competente.

 Há aqui uma crença instalada de que à ida ao médico é muito mais fácil e não compromete tanto quanto marcar uma psicoterapia, ou mesmo uma terapia sistêmica. Este procedimento de buscar ajuda  emocional  é ainda permeado pela crença de que estas pessoas que buscam profissionais da saúde emocional  são desequilibrados e não dão conta  de administrar a sua própria vida.

Perguntas  de autoconhecimento podem nos levar a declarar a nossa Missão de  Vida, que é pautada em nosso valores e regras de conduta.

Afinal, qual é a sua pergunta primária (básica)?

Por meio desta pergunta, você pode trabalhar e elaborar a sua Missão de vida.

Se precisar de ajuda, conte comigo, agendando uma sessão experimental-gratuita.

Sou Cleise Souza, Diretora do IEC e Terapeuta Sistêmica que tem a missão de vida de ajudar pessoas

 

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