Todas as histórias são metafóricas

Histórias (  dos Contos, casos, adágios,  anedotas ao  storytelling)

Todas as histórias sejam elas: contos, casos, anedotas, adágio ou storytelling estão repletas por metáforas.

Conto é uma narrativa curta que possui os seguintes elementos: narrador que pode estar na 1ª ou 3ª pessoa, ação marcada pelo conflito, ambiente, tempo e personagens fictícias.  Entre os contos, ressaltamos  os contos de fadas que foram  organizados  numa coletânea  no século XVII , na França por Charles Perrault.

Caso  é uma narração de um fato verdadeiramente ocorrido. Um causo é uma narração de algo que realmente aconteceu ou não, mas de forma engraçada, como se fosse piada.

Adágio é um tiipo de provérbio popular com uma mensagem de teor moral; ditado.

Anedota – narrativa breve de um fato engraçado.

Storytelling é uma expressão inglesa muito utilizada  nos dias atuais no Marketing Digital . “Story” significa história e “telling”, contar. Mais que uma mera narrativa, Storytelling é a arte de contar histórias usando técnicas inspiradas em roteiristas e escritores para transmitir uma mensagem de forma inesquecível.

Há uma  junção dos elementos do gênero narrativo tradicional: o narrador, o tempo, o lugar, o enredo ou situação e as personagens com elementos audiovisuais, evidenciando a mensagem, o ambiente, as personagens e o conflito no Marketing de Conteúdo.

Classificação das Metáforas

Como classificar as metáforas?

1-Metáforas Vivas

2- Provérbios populares

3-Histórias ( contos, casos, anedotas, Storytelling)

4- Metáforas na educação

5-Metáforas na literatura

6-Metáforas Terapêuticas

 Comecemos com as metáforas Metáforas Vivas x Metáforas Mortas

As metáforas devem ser contextualizadas. Quando são muito utilizadas ao longo do tempo pelos falantes de uma língua e caem no senso comum são denominadas metáforas mortas, pois esquece-se o aspecto metafórico como em “ela é uma pluma enquanto dança”. E as Metáforas Vivas, segundo Paul Ricoeur, no seu livro  de 500 páginas que recebe o mesmo título, é quando há a possibilidade de novos significados e um mundo novo e subjetivo parece revelar-se ao ouvinte ou ao leitor diante de tais metáforas. Observe por exemplo estes versos metafóricos Rubens Alves  em “Pôr do sol é metáfora poética, e se o sentimos assim é porque sua beleza triste mora em nosso próprio corpo. Somos seres crepusculares”.

 

O QUE SÃO METÁFORAS?

Metáfora não é apenas uma figura de linguagem  de acordo com a gramática da Língua Portuguesa ou tratados linguísticos.

É muito mais que um recurso estilístico. As metáforas são vivas e estão por todas as partes do nosso imaginário e da vida real.

Um dos  profissionais   que recorreu à utilização das metáforas terapêuticas  foi Milton Érickson, psiquiatra americano ( 1901-1980 ), que foi o precursor da PNL- Programação Neurolinguísitca..

O legado do Milton Erickson é de fundamental importância para o entendimento de que a nossa mente inconsciente  relaciona fatos, informação ou  conhecimento  por meio da analogia.

Milton Érickson não deixou nada escrito sobre o assunto, mas no livro “Minha voz irá contigo, de autoria do Sidney Rosen que assim declara: “Ainda que fosse óbvio que a terapia ericksoniana não consiste unicamente em contar histórias e anedotas, o certo é que um dos seus elementos fundamentais era o que eu denominei de ‘contos didáticos’. Em 1979, pouco antes de morrer, Erickson autorizou-me a escrever um livro sobre esses contos que foram narrados por ele a seus pacientes e alunos.Para aqueles que como eu acompanharam a obra de Erickson desde as décadas de 40 e 50, era gratificante saber que ele finalmente havia sido reconhecido e que seus métodos e técnicas poderiam beneficiar muito mais pessoas.”

Se formos buscar referências bibliográficas  às pesquisas acadêmicas sobre   metáfora, encontraremos uma infinidade de artigos, dissertações e teses de doutorado. Mas aqui não  focalizaremos o academicismo e, sim,   a forma empírica  de como as metáforas estão presentes no nosso cotidiano.

E a partir do momento que você  se informar, terá consciência de como utilizar a metáfora  de forma lúdica, leve e profunda.

Quem sou eu

 Eu sou Cleise Aparecida de Souza,Diretora do IEC, filha de Heuser Klinger de Souza e maria Imaculada Rigueira de Souza. Vejo, ouço e sinto que a finalidade da minha vida é ser verdadeira, fazer tudo com paixão, proporcionando o bem para mim mesma e para as outras pessoa.

Nasci numa  pequenina cidade brasileira  no interior de Minas Gerais,  chamada Teixeiras.

Fiz vestibular para Letras na UFV em 1979. Imagine. Existia vestibular direcionado para uma única universidade, diferentemente do ENEM. Pois bem, o tema da redação foi : Minha Terra Natal. E assim eu descrevia a minha cidade. “Desde criança tinha a percepção de que a vida ia muito além daquela pracinha, montes, ruas estreitas e tortuosas que compunham a minha terra natal”.

E como numa gravura, sentia-me presa entre aqueles montes que compunham a minha cidade. E ficava a pensar: Sim, a vida vai além daqui, muito além..

E por vezes,  um vazio inquietante , fazia-me  buscar respostas.

Se as encontrei? Nem todas, mas vivo intensamente cada dia, dedicando-me a olhar nitidamente, não apenas para as “paisagens externas”, mas para  minha grande engrenagem interna.

Sempre busquei respostas para as minhas dúvidas existenciais em diversas áreas do conhecimento, da filosofia e da religião. Isso fez com que eu me tornasse múltipla e, muitas vezes, não sendo compreendida pela maioria das pessoas com as quais convivi e convivo. Busco com intensidade realizar os meus sonhos, tornando-os metas e proporcionando às pessoas que me rodeiam alternativas para o não-sofrer.

A minha vida é um mosaico e pode ser comparada a uma colcha de retalhos coloridos que se misturam e se entrelaçam numa sinuosidade labiríntica formando, ao final, uma tessitura única, pronta, inacabada mas  completa.

Cada retalho representa o conhecimento assimilado e compartilhado com pessoas que passaram pela minha vida.

Você já faz parte desse mosaico. Que bom poder encontrá-lo aqui.

O que é a vida?

A vida é uma grande viagem.

Alguns buscam, durante a sua existência, viajar externamente.

Outros, viajam interiormente.

Eu sou uma dessas pessoas, que sempre apreciei  a “viagem Interior”.

Sem dúvida, ela é mais profunda e por vezes queremos evita-la para assim, minimizar a nossa dor.

 Descobri que  a viagem interior não se restringe à mente consciente. Buscando na essência do Ser a origem da angústia e baixa autoestima, a mente inconsciente participa ativamente da programação e reprogramação mental.

 Quando tomamos  consciência  de que podemos ressignificar  as experiências do passado, abandonar crenças limitantes e pensamentos negativos descobrimos  a felicidade através da transformação intrapessoal.

 Sim, podemos mudar todas as aéreas da vida, quando retornamos à nossa essência, pois ela é sábia, verdadeira, leve e saudável. ”.

Em plena pandemia, cheguei aos 60 e o IEC aos 13.

Sim, Eu sou educadora!Quando eu tinha 30 anos, pensava que aos 50 estaria aposentada e escreveria  as minhas memórias.

Mas que nada!!

Passei pelos 50 trabalhando e produzindo a todo vapor.

Aos 55, registrei a minha Missão de Vida.

E hoje, aos 60, com novos desafios, estou apta a iniciar um novo ciclo recheado de experiências, mas com muita aprendizagem nos novos caminhos a percorrer.

Para quem era uma tecnófoba, evolui bastante.

Em plena Pandemia, me pus a estudar marketing digital.

E cheguei à conclusão que o digital ou a internet é um mundo paralelo.

É uma nova forma de comunicação tão necessária, quanto o livro impresso.

Tenho aprendido muitas coisas e entre elas, ser eu mesma também no vídeo, no áudio ou no post.

E aqui vamos nós…Quero te contar a origem de tudo e a minha preferência pelas metáforas na educação

PROEDUQUE? o QUE É

O PROEDUQUE é um programa inédito no Brasil, que trabalha com inovações pedagógicas, teoria das inteligências múltiplas e aplicabilidade da PNL – Programação Neurolinguística na educação.
O projeto é inédito, visto que não há nenhum outro profissional que trabalhe com a PNL na educação.

O programa tem o objetivo de alavancar Os índices do IDEB.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) foi criado em 2007 para medir a qualidade de cada escola e de cada rede de ensino.

A educação é s a alma da sociedade

A educação é simplesmente a alma de uma sociedade a passar de uma geração para a outra

Esta frase de Gilbert Keith Chesterton, escritor, poeta, teólogo, filósofo, historiador inglês  que morreu aos 62 anos de idade em 1936, deixa-nos um legado linguístico fabuloso e atual.

De forma  sistêmica,Chesterton recorre às palavras para descrever a educação.

Com simplicidade, retoma a essência da educação que é constituída pelos nossos ancestrais.

Quando julgamos e nos colocamos  em condições superiores às de quem nos antecedeu, corremos o risco de nos tornarmos muito semelhantes a quem criticamos.

Você já se pegou pensando assim: “ Nossa! Estou  fazendo igual ao meu pai, minha mãe ou meu avô, minha avó?

Pois é  deste jeito memso.

Nós carregamos em nosso DNA comportamentos, atitudes de até 7 gerações anteriores a nós.

Se você quiser, saber um pouco mais sobre a sua ancestralidade, agende uma sessão gratuita comigo.

Eu sou Cleise Souza, educadora, Consteladora familiar e empresarial e terei o maior prazer  em atende-lo(a)

Quem é você, educador (a)?

Responda, MENTALMENTE, a estas perguntas:

  • A felicidade existe? 
  • Você se considera feliz? 
  • Como estão os seus relacionamentos?
  • Você se conhece
  • Quais são os seus sonhos?
  • Existe destino pre-determinado?
  • Como está se sentindo agora.

Independentemente das suas respostas, pois elas são apenas um pretexto para você entrar em contato com a sua essência, antes de  ser um profissional da educação, você é gente.

E é como você, gente,  que quero iniciar a nossa conversa.

Creio numa trilogia que sustenta o ser humano: corpo, mente e alma, independente de crenças religiosas,  raça, gênero ou status social.

Há uma certa tendência em separar o corpo da mente e encarar cada um dos diversos aspectos da condição humana como sendo capazes de existir independentemente uns dos outros. Porém, à medida que a pessoa descobre a natureza da conexão entre a mente e o corpo, o nível da percepção humana começa a se modificar, numa evolução em forma de espiral e não em linha

Imagine alguém  subindo uma montanha.

No pé da montanha, quando se olha para cima, é muito diferente de quando se está caminhando em direção ao topo da montanha.

Á medida em que se escala a montanha, existem perspectivas diferentes.

A visão do pé da montanha é limitada, porém quanto mais alto se chega, mais claramente visualizar-se-á  o todo à sua volta.  

O mesmo acontece com você quando percebe a conexão entre o seu corpo e a sua mente.

Pensando nisso, gostaria que você você respondesse ao formulário neste link abaixo. 

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfn7REe82mBdIOg36he1KbblFjrmb0_5oj35XCrwalrtYJB9w/viewform?usp=pp_url

Você é autor?

 

Você tem algum artigo, algum texto, alguma estratégia ou técnica educativa que gostaria de compartilhar com as pessoas?

Estou passando aqui para te convidar a fazer postagens no nosso blog.

O IEC – Instituto de Educação e Cidadania  é uma OSCIP Federal fundado em agosto de 2008.

Estamos abertos para que você seja o nosso parceiro compartilhando as suas ideias na comunidade educacional.

Nos envie pelo email: contato@iecbrasil.org