A trilogia que sustenta o homem

CORPO, MENTE E ESPÍRITO: A trilogia que sustenta o homem

O ser humano tem sido, basicamente, descrito como sendo composto de três entidades separadas. O homem tem experiências físicas através das sensações (o tato, a visão, a audição, paladar, audição) – e também através de instintos de fome, sexo e autopreservação.

 As experiências humanas demonstram que a mente, através dos pensamentos, ideias, conceitos, imagens une-se ao corpo e ao espírito através de emoções e sentimentos de raiva, amor, ódio, compaixão, nos quais as necessidades e percepções físicas e psicológicas são sentidas.

 Há uma certa tendência em separar o corpo da mente e encarar cada um dos diversos aspectos da condição humana como sendo capazes de existir independentemente uns dos outros. Porém, à medida que a pessoa descobre a natureza da conexão entre a mente e o corpo, o nível da percepção humana começa a se modificar.

Compare-se a um alpinista, por exemplo. À medida em que ele escala uma montanha depara-se com  uma perspectiva diferente. O mesmo acontece com você quando percebe a conexão entre o seu corpo e a sua mente.Enquanto o alpinista está no pé da montanha, a visão dele é limitada. Quanto mais alto ele chegar, mais claramente visualizará o todo à sua volta.

Observe o processo da doença que é somatizada no corpo físico, como resultado dos aspectos emocionais que não foram “digeridos” pela pessoa. Quando um médico encara o desenvolvimento de uma enxaqueca como resultado e trata-a como causas  desconhecidas embora se saiba que elas estão relacionadas com alterações do cérebro e possuem influência genética, é uma “visão” baseada apenas na perspectiva física, que é correta, mas fragmentada. Se este profissional se propusesse a “subir” à montanha, teria uma perspectiva diferente que incluiria a parte física, levando também em consideração o aspecto psicológico.

Os pacientes com  enxaqueca  geralmente são pessoas muito orgulhosas, ou seja, são pessoas que não permitem que ninguém mande em sua vida ou controle suas decisões.

São pessoas extremamente resistentes, não conseguem relaxar diante dos prazeres da vida Quando participam de algo, gastam muita energia, pois não sabem improvisar situações, não ficam contentes com qualquer explicação, são extremamente minuciosas e detalhistas. Podemos dizer que essas pessoas não conseguem viver sem preocupações, sempre estão envolvidas em problemas, não conseguem esperar as situações acontecerem de forma natural Não quero dizer com isso que a “enxaqueca ” exista apenas na mente e não seja real. A parte física do problema é tão real quanto os sintomas mentais que o indivíduo possa ou não ter. Talvez ele não esteja passando por nenhum problema mental e peça ao seu médico para tratar apenas a enxaqueca  sem fazer muitas perguntas a respeito da sua vida emocional.Tanto o médico como o paciente ficarão, neste caso, no nível de percepção que se permitiram.

Da mesma forma que o alpinista, talvez, médico e paciente, decidam que não querem continuar, que pode ser perigoso demais. Estão satisfeitos com a visão que têm. No entanto, quer o médico ou o paciente prossigam ou não em sua investigação, quer o alpinista decida continuar a escalar a montanha ou não, a “vista” será a mesma, existam ou não pessoas que a observem. O que acontece no corpo é traduzido para a mente, e vice-versa.

No caso específico desse homem sofrendo de enxaqueca, já analisei como ele pode ser tratado em nível físico, com analgésicos e ficar sempre atento aos sintomas. Geralmente a pessoa já sabe o dia e a hora em que a enxaqueca chegará. Já sei também, se ele e seu médico assim desejarem, de que maneira o nível psicológico poderia ser examinado – a sua vida familiar, os padrões de trabalho, finanças, emoções.

De que maneira a “enxaqueca ” poderia ser examinada de um ponto de vista espiritual? À primeira vista, é difícil identificar qualquer tipo de conexão e seria pouco apropriado o médico sugerir que houvesse alguma. No entanto, se o paciente decidisse examinar outras questões, como:

Que significado tem essa enxaqueca  para mim?

Qual é o objetivo dessa enxaqueca?

Para que essa enxaqueca  está alojada no meu corpo físico?

Poderia desenvolver uma imagem melhor (visão) de mim mesmo, e do mundo, ao desenvolver essa enxaqueca?

Talvez venha a ter uma melhor compreensão, não física ou psicológica, porém um nível mais profundo de “compreensão” que inclui uma apreciação mais completa, “holística”, da sua própria situação.

A enxaqueca  pode representar também a “fome” de paz, de tranquilidade..  Talvez seja a expressão física de algum desejo não expresso, ou de alguma coisa “roendo” a vida do paciente.

O caráter físico dos sintomas ou da doença e a metáfora ou analogia que o indivíduo utiliza podem ajudar a identificar um sentido mais profundo de significado.

Expressões como “carregar” um peso nas costas, algo que “nos cortou o coração”, que é difícil de “engolir” e outras são metáforas que descrevem um estado de espírito ou emoção que acontece no campo físico. Aprender a traduzir a “doença” em imagens ou expressões pode nos ajudar a entender o significado que têm em nossas vidas. É este desejo de procurar o significado e examinar as conexões entre os acontecimentos que proporcionará as lições “espirituais” que valem a pena serem aprendidas. Algumas pessoas conseguem obter uma compreensão da doença que não vai além do nível físico. No entanto, a verdadeira abordagem “holística” exige que tanto o médico quanto o paciente cheguem a um grau muito mais profundo e complexo de exploração. Para isso, é necessário que a pessoa encontre a sua verdade dentro da crença que lhe faça sentido.

A verdade é relativa, pois varia de pessoa para pessoa, ou seja, a minha verdade é diferente da sua verdade. O que você acredita hoje, não contém a mesma verdade do passado, pois hoje você já possui outras crenças que se efetivaram através de experiências e vivências.

Arthur Schopenhauer diz que:

“Toda a verdade passa por três etapas:

Primeiro, ela é ridicularizada.

Depois, é violentamente antagonizada e, por último, ela é aceita universalmente como auto-evidente”.

Acredito, porém, que para muitas pessoas as conexões entre o corpo e a mente são relativamente aceitas, mesmo que apenas em grau ínfimo.

      

E no caso do espírito?

Isso já é completamente diferente – tem a ver com religiões e fé, ritual e adoração. Nenhum cientista moderno poderia aceitar uma noção totalmente rudimentar de espírito e, aceitar uma “causa” espiritual para explicar a saúde ou a doença, pois isso nos levaria de volta aos tempos ruins de bruxas, encantamentos e fogueiras dos quais fomos salvos no século XVII por Descartes e Newton. É claro que a noção de espírito ou alma ou “força motriz” não precisa estar ligada a religiões ou à ida às igrejas. Da mesma maneira que é possível participar de um esporte sem pertencer a uma equipe ou a um clube, é possível ter uma experiência espiritual sem ir à igreja.

Continuando com a analogia do alpinista, poderemos examinar de que maneira essa “experiência” pode ser descrita.

O alpinista escala a montanha e finalmente atinge o alto: senta-se e olha para o caminho percorrido e para a vista que lhe é oferecida. A sua mente começa a vagar e ele se perde na contemplação – começa a sentir uma sensação de atemporalidade – como se tivesse estado sempre ali, toda a sua vida, mas na realidade passaram-se apenas alguns minutos. A sensação de quem ele é pode desaparecer e ele se vê sentindo as árvores ou pássaros, ou nuvens como se fossem ele mesmo. Uma sensação de ligação, totalidade ou unidade com todas as coisas que lhe parecem impossíveis descrever toma conta dele.

Ele tem a sensação de encontrar o segredo da vida, e descobre que todas as experiências estão ali para serem sentidas. Esse estado místico ou espiritual pode ocorrer ao se assistir a uma peça de teatro, escutar uma música, caminhar pelo campo, observar as ondas do mar, fazer amor ou olhar uma criança brincar.

Gurdieff, um psicólogo russo, refere-se a dois estados de consciência em que o homem encontra-se: adormecido e desperto.

A vida proporciona ao indivíduo experiência, em relação ao desenvolvimento dos seus valores éticos, alargando-lhe o campo mental para as conquistas relevantes.

Simultaneamente, quando entorpecida a consciência, o indivíduo deixa-se mergulhar nas conquistas materiais e mundanas, esquecendo-se ou deixando de lado a busca superior da espiritualidade.

Distraído em relação ao mundo espiritual, que o sustenta, o indivíduo não percebe ao longo da sua trajetória humana a importância do estado desperto e sucumbe diante da busca material desenfreada que lhe causa, por vezes, os males e as doenças no corpo físico.

Despertar, portanto, significa identificar novos recursos ao alcance do Ser, descobrindo valores e significados para a vida.

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Conhece te a ti mesmo

Como  tudo na vida, estes termos dependem da interpretação que damos para as palavras e atitudes. O importante aqui é distinguir autoajuda de autoconhecimento.

O termo autoajuda, nos remete a uma fórmula mágica para as pessoas saberem e colocarem em prática, recursos internos, por meio  de passos. Passo 1 até o 10, por exemplo.

E isso ajuda? Sim. Mas a curto prazo. Com o passar do tempo esquece-se a fórmula.

Autoconhecimento é a busca do desenvolvimento pessoal que nem todas as pessoas possuem. Somente quem tem a inteligência intrapessoal desenvolvida, de acordo com Gardney se interessa por conhecer-se.

Existem vários caminhos. Um não exclui o outro. Mas temos mais afinidade com algumas teorias do que com outras. Particularmente, eu venho pesquisando ao longo de 30 anos sobre Programação Neurolinguística, Análise Transacional, Inteligências Múltiplas, Inteligência Emocional, Dominância Cerebral e Meditação. 

Creio que a recomendação de Sócrates – “conhece-te a ti mesmo” – é a pedra de toque do autoconhecimento, ou seja, a consciência de nossos sentimentos no momento exato em que eles ocorrem. Leia o texto o “Céu e o Inferno”, de um autor desconhecido.

“Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa: certa vez desafiou um mestre zen a explicar o conceito de céu e inferno. Mas o monge respondeu-lhe com desprezo:

– Não passas de um grosseiro… Não vou desperdiçar meu tempo com gente da tua laia!

Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando a espada da bainha, berrou:

– Eu poderia te matar por tua impertinência.

– Isso – respondeu calmamente o monge – é o inferno.

Espantado por reconhecer como verdadeiro o que o mestre dizia acerca da cólera que o dominara, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo ao monge a revelação. E isso – disse o monge – é o céu”.

Conclusão:

A súbita consciência do samurai sobre seu estado de agitação ilustra a crucial diferença entre alguém ser possuído por um sentimento e tomar consciência de que está sendo arrebatado por ele.

A isso denominamos autoconhecimento.

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Quem é você, educador?

 É do Paulo Freire esta frase: “Me movo como educador, porque, primeiro, me movo como gente”.

É impressionante como nem todos os educadores  buscam o autoconhecimento.

Mas, certamente, para aqueles que não o fazem, este  artigo não é para eles. E sim, para você que se inquieta com perguntas e reflexões sobre o autoconhecimento.

Existem pessoas que estão dormindo pela vida e na vida, e, outras, que estão despertas.

Você está desperto(a), por isso, me lê.

Já percebeu que é muito mais fácil cuidar do nosso corpo físico do que do corpo emocional ou espiritual. Prova disso, é que quando  se está com algum mal estar físico, divulga-se  entre os seus colegas de trabalho, vizinhos e  familiares. Mas quando se tem entraves emocionais, é difícil admitir tal estado e muitos postergam a ajuda de um profissional competente.

 Há aqui uma crença instalada de que à ida ao médico é muito mais fácil e não compromete tanto quanto marcar uma psicoterapia, ou mesmo uma terapia sistêmica. Este procedimento de buscar ajuda  emocional  é ainda permeado pela crença de que estas pessoas que buscam profissionais da saúde emocional  são desequilibrados e não dão conta  de administrar a sua própria vida.

Perguntas  de autoconhecimento podem nos levar a declarar a nossa Missão de  Vida, que é pautada em nosso valores e regras de conduta.

Afinal, qual é a sua pergunta primária (básica)?

Por meio desta pergunta, você pode trabalhar e elaborar a sua Missão de vida.

Se precisar de ajuda, conte comigo, agendando uma sessão experimental-gratuita.

Sou Cleise Souza, Diretora do IEC e Terapeuta Sistêmica que tem a missão de vida de ajudar pessoas

 

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Educador, sabe o que é Terapia Sistêmica ?

A terapia sistêmica é a terapia que tem como foco a família. O primeiro contato do indivíduo, desde o seu nascimento, ou antes mesmo do nascimento é com a sua família, o que denominamos SISTEMA DE ORIGEM.Quando a pessoa se casa, ou tem filhos, dizemos, então, que ela está no sistema atual. Mesmo que ela já tenha tido vários casamentos, não denominamos ex maridos ou e ex esposa, mas o 1º marido, 2º marido, 1ª esposa, 2ª esposa e assim sucessivamente.A terapia sistêmica, portanto, está fundamentada no pensamento sistêmico que é aplicável não só para as famílias, mas para processos individuais e de casais. O pensamento sistêmico é voltado para a conexão dos relacionamentos nas suas mais variadas redes.Partindo do princípio de que tudo na vida é impermanente e está em movimento, o indivíduo está em constante transformação. Por isso não tem como aplicar a visão cartesiana, a lógica nos processos de desenvolvimento pessoal. Para aqueles que se questionam, que buscam além da sobrevivência, longevidade, saúde e melhora contínua, o pensamento sistêmico faz sentido, pois compreende a dinâmica e a integração das relações que se constituem em redes interconectadas.Assim sendo, não há verdades absolutas, apenas sugestões ou descrições qualitativas (não mensuráveis) e subjetivas próximas dos processos relacionais. O objetivo maior não está, no controle e na competição, mas sim na cooperação, influenciação e ação não violenta.Quando sou procurada para ajudar alguém no meu consultório (do latim consultare que significa pedir conselho, reunir-se com alguém para, ouvindo e falando, saber o que fazer), busco, em primeiro lugar saber do meu paciente como foi a sua infância, como era a sua relação com o pai e a mãe biológicos. Os pais adotivos são importantes, mas são tutores.Sabendo que sistema é um conjunto de elementos complexos que se relacionam em determinado contexto e que todo sistema é um subsistema de uma sistema maior.A terapia sistêmica trabalha cada indivíduo como um sistema, que também é subsistema de outros sistemas maiores: família, trabalho, amigos, religião, vizinhos, escola, clube, time, região, bairro, cidade, estado país.Existem, portanto, uma interação dos elementos que geram relações. Trabalhar essas relações, que muitas vezes geram dor e doenças, é levar o paciente a entender que ele não é vítima e sim, produtor destas relações. Portanto a terapia sistêmica propõe uma forma interconectada de pensar o mundo, evitando assim, repetir padrões de comportamento que causam dor física, moral ou espiritual. Se ficou curioso para saber como funciona na prática a terapia sistêmica? Agende uma sessão experimental gratuita para fazermos a sua avaliação. https://www.cleisesouza.com/agendar-sessao-gratuita-online

Quem é Andrea Pietra?

ANDRÉA PIETRA DE GOÉS TORRES mais conhecida como Andréa Pietra. Professora de Espanhol, contadora de histórias, ventríloqua, empreendedora e escritora. Apaixonada pela profissão.

Bem , costumo dizer que sou professora por amor. Tudo começou quando comecei a trabalhar em uma empresa de locação de carros em Belo horizonte.
Trabalhava na central de reservas atendia vários ligações para reservas de carros em todo o Brasil.

Em uma tarde de domingo no meu plantão atendi um argentino, solicitando um carro para Búzios. Confesso que não estava entendendo nada . O espanhol começou ali ,aquele dia na minha vida. Não falava o idioma e confesso que não estava entendendo nada. Perguntei ao cliente que idioma era aquele, pois fiquei impressionada com a língua.

No dia seguinte fui a uma escola de idiomas me matriculei e começou a minha jornada de estudos na língua espanhola e o encantamento pelo idioma.Sempre gostei de estudar e inovar.

Estudei 4 anos na escola Centro Cultural Brasil España. Surgiu uma vaga na empresa de tradutora espanhol- português. Me candidatei a vaga e fui aprovada. Trabalhei como tradutora 5 anos. O espanhol estava ganhando vida , na minha vida. Então comecei a lecionar para os funcionários da empresa.

Apaixonada pelo meu trabalho e pela desenvoltura na língua montei uma escola de idiomas. Esta funcionou durante 5 anos. Fui para Barcelona , fiquei 1 ano estudando na Espanha e logo quando voltei ingressei na minha pós graduação em língua espanhola, na Universidade Católica de Minas Gerais. Em seguida comecei a trabalhar nas escolas particulares como professora de Espanhol.

Participei de 3 Congressos Internacionais apresentando o meu trabalho em sala de aula com a criatividade e o lúdico.

Trabalho com a criatividade, com o encantamento e sempre busco a excelência no aprendizado da língua espanhola. Atualmente trabalho com bonecos em sala de aula, levando a alegria, a diversão, o cuidado e a praticidade da desenvoltura de uma língua estrangeira. Trabalho com o ensino fundamental 1, fundamental 2 e o ensino médio.

Atravesso os oceanos da prática da língua através da minha paixão por ensinar, inovar e construir. Escrevi 2 livros . Um sobre criatividade em sala de aula em português e o outro em espanhol ” Pablito”.

Estou no 3° livro com outra inovação na educação: “Meditação com Andréa Pietra”. Canal também no yotube com o mesmo nome.

Acredito que o amor, o encantamento, perpassam barreiras de medos, inseguranças e grandes desafios. Sou encantada e apaixonada pelo meu trabalho.Tenho uma facilidade muito grande de inventar, de criar, de inovar. O estudo sempre foi meu companheiro. Adoro estudar. Não paro.Acredito que o sucesso do meu trabalho está no amor que tenho e levo para pessoas. O amor é a base de todo um processo de construção e evolução . Aquilo que doamos nos vem em forma de encantamento , crescimento e gratidão. Sou grata e apaixonada por todo o meu processo de evolução.

Todas as histórias são metafóricas

Histórias (  dos Contos, casos, adágios,  anedotas ao  storytelling)

Todas as histórias sejam elas: contos, casos, anedotas, adágio ou storytelling estão repletas por metáforas.

Conto é uma narrativa curta que possui os seguintes elementos: narrador que pode estar na 1ª ou 3ª pessoa, ação marcada pelo conflito, ambiente, tempo e personagens fictícias.  Entre os contos, ressaltamos  os contos de fadas que foram  organizados  numa coletânea  no século XVII , na França por Charles Perrault.

Caso  é uma narração de um fato verdadeiramente ocorrido. Um causo é uma narração de algo que realmente aconteceu ou não, mas de forma engraçada, como se fosse piada.

Adágio é um tiipo de provérbio popular com uma mensagem de teor moral; ditado.

Anedota – narrativa breve de um fato engraçado.

Storytelling é uma expressão inglesa muito utilizada  nos dias atuais no Marketing Digital . “Story” significa história e “telling”, contar. Mais que uma mera narrativa, Storytelling é a arte de contar histórias usando técnicas inspiradas em roteiristas e escritores para transmitir uma mensagem de forma inesquecível.

Há uma  junção dos elementos do gênero narrativo tradicional: o narrador, o tempo, o lugar, o enredo ou situação e as personagens com elementos audiovisuais, evidenciando a mensagem, o ambiente, as personagens e o conflito no Marketing de Conteúdo.

Classificação das Metáforas

Como classificar as metáforas?

1-Metáforas Vivas

2- Provérbios populares

3-Histórias ( contos, casos, anedotas, Storytelling)

4- Metáforas na educação

5-Metáforas na literatura

6-Metáforas Terapêuticas

 Comecemos com as metáforas Metáforas Vivas x Metáforas Mortas

As metáforas devem ser contextualizadas. Quando são muito utilizadas ao longo do tempo pelos falantes de uma língua e caem no senso comum são denominadas metáforas mortas, pois esquece-se o aspecto metafórico como em “ela é uma pluma enquanto dança”. E as Metáforas Vivas, segundo Paul Ricoeur, no seu livro  de 500 páginas que recebe o mesmo título, é quando há a possibilidade de novos significados e um mundo novo e subjetivo parece revelar-se ao ouvinte ou ao leitor diante de tais metáforas. Observe por exemplo estes versos metafóricos Rubens Alves  em “Pôr do sol é metáfora poética, e se o sentimos assim é porque sua beleza triste mora em nosso próprio corpo. Somos seres crepusculares”.

 

O QUE SÃO METÁFORAS?

Metáfora não é apenas uma figura de linguagem  de acordo com a gramática da Língua Portuguesa ou tratados linguísticos.

É muito mais que um recurso estilístico. As metáforas são vivas e estão por todas as partes do nosso imaginário e da vida real.

Um dos  profissionais   que recorreu à utilização das metáforas terapêuticas  foi Milton Érickson, psiquiatra americano ( 1901-1980 ), que foi o precursor da PNL- Programação Neurolinguísitca..

O legado do Milton Erickson é de fundamental importância para o entendimento de que a nossa mente inconsciente  relaciona fatos, informação ou  conhecimento  por meio da analogia.

Milton Érickson não deixou nada escrito sobre o assunto, mas no livro “Minha voz irá contigo, de autoria do Sidney Rosen que assim declara: “Ainda que fosse óbvio que a terapia ericksoniana não consiste unicamente em contar histórias e anedotas, o certo é que um dos seus elementos fundamentais era o que eu denominei de ‘contos didáticos’. Em 1979, pouco antes de morrer, Erickson autorizou-me a escrever um livro sobre esses contos que foram narrados por ele a seus pacientes e alunos.Para aqueles que como eu acompanharam a obra de Erickson desde as décadas de 40 e 50, era gratificante saber que ele finalmente havia sido reconhecido e que seus métodos e técnicas poderiam beneficiar muito mais pessoas.”

Se formos buscar referências bibliográficas  às pesquisas acadêmicas sobre   metáfora, encontraremos uma infinidade de artigos, dissertações e teses de doutorado. Mas aqui não  focalizaremos o academicismo e, sim,   a forma empírica  de como as metáforas estão presentes no nosso cotidiano.

E a partir do momento que você  se informar, terá consciência de como utilizar a metáfora  de forma lúdica, leve e profunda.

Quem sou eu

 Eu sou Cleise Aparecida de Souza,Diretora do IEC, filha de Heuser Klinger de Souza e maria Imaculada Rigueira de Souza. Vejo, ouço e sinto que a finalidade da minha vida é ser verdadeira, fazer tudo com paixão, proporcionando o bem para mim mesma e para as outras pessoa.

Nasci numa  pequenina cidade brasileira  no interior de Minas Gerais,  chamada Teixeiras.

Fiz vestibular para Letras na UFV em 1979. Imagine. Existia vestibular direcionado para uma única universidade, diferentemente do ENEM. Pois bem, o tema da redação foi : Minha Terra Natal. E assim eu descrevia a minha cidade. “Desde criança tinha a percepção de que a vida ia muito além daquela pracinha, montes, ruas estreitas e tortuosas que compunham a minha terra natal”.

E como numa gravura, sentia-me presa entre aqueles montes que compunham a minha cidade. E ficava a pensar: Sim, a vida vai além daqui, muito além..

E por vezes,  um vazio inquietante , fazia-me  buscar respostas.

Se as encontrei? Nem todas, mas vivo intensamente cada dia, dedicando-me a olhar nitidamente, não apenas para as “paisagens externas”, mas para  minha grande engrenagem interna.

Sempre busquei respostas para as minhas dúvidas existenciais em diversas áreas do conhecimento, da filosofia e da religião. Isso fez com que eu me tornasse múltipla e, muitas vezes, não sendo compreendida pela maioria das pessoas com as quais convivi e convivo. Busco com intensidade realizar os meus sonhos, tornando-os metas e proporcionando às pessoas que me rodeiam alternativas para o não-sofrer.

A minha vida é um mosaico e pode ser comparada a uma colcha de retalhos coloridos que se misturam e se entrelaçam numa sinuosidade labiríntica formando, ao final, uma tessitura única, pronta, inacabada mas  completa.

Cada retalho representa o conhecimento assimilado e compartilhado com pessoas que passaram pela minha vida.

Você já faz parte desse mosaico. Que bom poder encontrá-lo aqui.

O que é a vida?

A vida é uma grande viagem.

Alguns buscam, durante a sua existência, viajar externamente.

Outros, viajam interiormente.

Eu sou uma dessas pessoas, que sempre apreciei  a “viagem Interior”.

Sem dúvida, ela é mais profunda e por vezes queremos evita-la para assim, minimizar a nossa dor.

 Descobri que  a viagem interior não se restringe à mente consciente. Buscando na essência do Ser a origem da angústia e baixa autoestima, a mente inconsciente participa ativamente da programação e reprogramação mental.

 Quando tomamos  consciência  de que podemos ressignificar  as experiências do passado, abandonar crenças limitantes e pensamentos negativos descobrimos  a felicidade através da transformação intrapessoal.

 Sim, podemos mudar todas as aéreas da vida, quando retornamos à nossa essência, pois ela é sábia, verdadeira, leve e saudável. ”.