PIB, IDH, IDEB ou FIB. O que estas siglas têm em comum?

O que estas siglas têm em comum? O que as aproxima?

O desenvolvimento de um país ou nação   são mensuráveis, ou seja, pode-se medir.

 Existem vários critérios, principalmente, os econômicos para medir a riqueza produzida pelo povo, num determinado período de tempo. Mesmo  sendo basicamente quantitativos, esses índices  retratam, por vezes, questões sociais graves, como desigualdades de riquezas, de renda, social e qualidade de vida.

 PIB –  Produto Interno Bruto  é o  somatório  de todos os bens e serviços produzidos em uma economia. Esse índice avalia se a economia está crescendo e se o padrão de vida está melhorando.

IDH – Índice do Desenvolvimento Humano avalia três variáveis fundamentais  numa nação que são saúde, renda e educação.

IDEB – índice de Desenvolvimento da Educação Básica  criado  em  2007 que projeta  a meta  de 6 pontos  em 2021, verificando o  nível da qualidade educacional , em termos de proficiência e  aprovação da média dos países desenvolvidos.

FIB – Felicidade Interna Bruta. Este conceito  surgiu no Butão, um país  asiático região conhecida como Himalaia. os precursores  do FIB  acreditavam que a conservação ambiental e a qualidade de vida das pessoas representam  variáveis importantes no desenvolvimento de uma nação. Portanto, a FIB mensura não apenas  os aspectos quantitativos, mas também os qualitativos de uma nação.

Como medir a FIB?

A FIB é uma integração dos desenvolvimentos material, espiritual e cultural de um povo. Assim, ela se baseia em nove variáveis:

  1. bem-estar psicológico
  2. saúde  Física
  3. uso do tempo
  4. vitalidade comunitária
  5. educação
  6. cultura
  7. meio ambiente
  8. governança (representação social da população em órgãos públicos nas esferas do executivo, legislativo e judiciário; como também sua postura como cidadão) e, por último
  9. padrão de vida (renda familiar, dívidas, qualidade de moradia)

Bem estar psicológico

A expressão “inteligência emocional” foi definida por Daniel Goleman há   25 anos que vendeu mais de 5 milhões de livros.

De lá para cá, várias correntes têm demonstrado que o mais importante na vida do ser humano  são as suas emoções, pois por meio delas, podemos ser  doentes ou saudáveis.

O bem estar psicológico remete-nos à ideia de equilíbrio. De buscar soluções para as nossas questões existenciais.

O estresse como a depressão são doenças emocionais que poderá resultar na  falta de motivação ou de automotivação do  professor.

Dinheiro traz felicidade? Você trabalha para pagar contas ou para ser feliz?

Felicidade Interna Bruta -FIB – Termômetro Da Felicidade[1]

By  Cleide Reis[2]

Dinheiro traz felicidade? Você trabalha para pagar contas ou para ser feliz?

Se considerarmos que o trabalho é quem paga seu salário e que dependemos dessa remuneração para viver, e digo , viver não só materialmente, mas para proporcionar também sentimentos de segurança, conforto, lazer para nós e nossa família, não podemos nos esquecer da importância deste ganha pão. Ou seja, sim , trabalho para ganhar dinheiro.

Mas é só isso? Fica por aii?

Se pensarmos que passamos 10 horas neste ambiente ( entre se preparar,sair de casa e retorno), e que dormimos mais oito horas, vamos perceber que deveria ser neste ambiente onde tenho mais tempo para buscar a minha felicidade, não é mesmo?

Mas nossas crenças sobre trabalho ( que vem desde a história contemporânea da civilização) faz com que ao pensarmos em  trabalho, remetemos à ideia  de esforço, peso, suor,  onde, por exemplo,  no domingo à  noite para muitos já dá “ uma dorzinha de barriga”ou uma ansiedade. Pensamos no trabalho como horas trabalhadas, responsabilidade, e, na verdade,  está , tudo certo, pois  nos ensinaram assim. Nos ensinaram que dinheiro não nasce  em árvore, que dinheiro é sujo, que se vc crescer muito vai se destacar da família e  será excluído(a) : Olha lá ficou rico e não liga mais para gente. Nos ensinaram nas novelas que pobre é o bonzinho, o coitadinho, e o rico, ah.. o rico é o vilão. E que rico é metido a besta, não tem Jesus e por aí vai… A mídia sempre  colabora nos doutrinando.

Só existe uma realidade: o Trabalho ( como obra ) é o que realizamos aqui, é o que deixaremos como aprendizado para nossa família, filhos. É onde construiremos nosso nome, às  vezes a identidade, desenvolvemos nossas melhores capacidades /habilidades e onde também nossos comportamentos e relações estarão presentes, para mostrar quem nós somos, o que somos e o que viemos fazer aqui. É do trabalho que levamos informações do mundo para família,  e é  quem somos “referência” muitas vezes…

 Já que a vida passa depressa e se eu me distrair, logo me aposento, tenho, por vezes,  a sensação de que esqueci de mim neste tempo, e agora “vou poder realizar” pode estar um pouco tardia. Talvez sua energia não seja a mesma. Talvez sua memória, sua saúde, seus entes queridos e relações já tenham ficado para trás. Daí a importância de se pensar….

Qual  é o meu propósito de vida? Por que estou aqui? Neste ambiente, com este trabalho, para onde quero ir? Onde quero chegar?

Mas e aí Cleide , Dinheiro traz felicidade?

Na verdade, não podemos comparar laranjas com bananas, não é mesmo? O dinheiro não depende da felicidade, e a felicidade independe de dinheiro, ou quanto você  ganha, ou quem você  é ou carrega consigo. Podemos construir castelos e estarmos infelizes e podemos estar dividindo um ovo com alguém e sim, muito felizes. Falo isso de carteirinha. Todos nós aqui tivemos dificuldades na infância, mas há de se concordar que foi a melhor época de nossas vidas. Por vezes, até nos esquecemos de nossa dificuldades ,não é mesmo?

No entanto, dinheiro se aprende a ganhar, se estuda , batalha, se desenvolve. E  felicidade depende de como estamos, de um estado emocional que aprendemos também.

 Somos levados pelas emoções que construímos ao longo da vida, de nossas relações,  de assumir nossas responsabilidades, sermos protagonistas e de valores que já trazemos e aprendemos com nossos pais.

 Podemos trabalhar, ganhar dinheiro e ser feliz, sim. Encontrar em nosso trabalho algo que gostamos e nos realize e não encontrar um trabalho que entregue isso. Se perguntar para qualquer pessoa de sucesso econômico, como um Neymar, Pelé ou outra celebridade qualquer, verificaremos que, na realidade, estatisticamente,  temos 80% de transpiração e 20 % de inspiração. Todos os trabalhos irão exigir esforço, desafios, desenvolvimento. Entretanto, é  a realização que nos move. A realização é que nos preenche aquele vazio que tem acometido tanta gente hoje em dia resultando em depressão e , por vezes, em  suicídio.

Você pode fazer do seu trabalho um ambiente alegre, respeitoso e funcional, ajudando pessoas.

Enfim, aquilo que não podemos buscar, podemos aceitar (desafios emocionais que a vida nos coloca ).  Agora aquilo que podemos buscar e desenvolver (como o trabalho e dinheiro) devemos nos  importar e buscar o nosso desenvolvimento e crescimento pessoal

Já  que podemos garantir o trabalho e dinheiro , então  a felicidade existe.

Portanto, dependerá de como encaramos a vida,.

Realize aquilo que depende mais de você hoje, e com certeza, seu estado emocional também vai ficar melhor e você irá sentir-se mais feliz.

Agora , se não garantir a felicidade, por coisas que independem de você, garanta, pelo menos,  o trabalho e dinheiro, porque estes sim… dependem apenas de VOCÊ.

[1] FIB – Felicidade  Interna Bruta -Enquanto os modelos tradicionais de desenvolvimento têm como objetivo primordial o crescimento econômico, o conceito de FIB baseia-se no princípio de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade humana surge quando o desenvolvimento espiritual e o desenvolvimento material são simultâneos, complementando-se e reforçando mutuamente.
[2] Cleide Reis é uma grande parceira do IEC e tem como característica se aprimorar em várias teorias inovadoras comportamentais e emocionais. Ela é  Master em PNL, Coach, Consteladora  Sistêmica Familiar, Educacional e Organizacional, Psicoterapeuta holística, Reikiana, Educadora financeira empresarial

Entrevista concedida a TV Candides

No dia 30 de setembro, o IEC foi representado por sua Diretora Cleise souza numa entrevista exclusiva à TV Candides em Divinópolis.

Confira acessando o link abaixo

Notícia do Portal MPA: Programa inédito trabalha inovações pedagógicas para aumentar índices do IDEB em escolas públicas https://www.sistemampa.com.br/tv-candides/programa-inedito-trabalha-inovacoes-pedagogicas-para-aumentar-indices-do-ideb-em-escolas-publicas/

A trilogia que sustenta o homem

CORPO, MENTE E ESPÍRITO: A trilogia que sustenta o homem

O ser humano tem sido, basicamente, descrito como sendo composto de três entidades separadas. O homem tem experiências físicas através das sensações (o tato, a visão, a audição, paladar, audição) – e também através de instintos de fome, sexo e autopreservação.

 As experiências humanas demonstram que a mente, através dos pensamentos, ideias, conceitos, imagens une-se ao corpo e ao espírito através de emoções e sentimentos de raiva, amor, ódio, compaixão, nos quais as necessidades e percepções físicas e psicológicas são sentidas.

 Há uma certa tendência em separar o corpo da mente e encarar cada um dos diversos aspectos da condição humana como sendo capazes de existir independentemente uns dos outros. Porém, à medida que a pessoa descobre a natureza da conexão entre a mente e o corpo, o nível da percepção humana começa a se modificar.

Compare-se a um alpinista, por exemplo. À medida em que ele escala uma montanha depara-se com  uma perspectiva diferente. O mesmo acontece com você quando percebe a conexão entre o seu corpo e a sua mente.Enquanto o alpinista está no pé da montanha, a visão dele é limitada. Quanto mais alto ele chegar, mais claramente visualizará o todo à sua volta.

Observe o processo da doença que é somatizada no corpo físico, como resultado dos aspectos emocionais que não foram “digeridos” pela pessoa. Quando um médico encara o desenvolvimento de uma enxaqueca como resultado e trata-a como causas  desconhecidas embora se saiba que elas estão relacionadas com alterações do cérebro e possuem influência genética, é uma “visão” baseada apenas na perspectiva física, que é correta, mas fragmentada. Se este profissional se propusesse a “subir” à montanha, teria uma perspectiva diferente que incluiria a parte física, levando também em consideração o aspecto psicológico.

Os pacientes com  enxaqueca  geralmente são pessoas muito orgulhosas, ou seja, são pessoas que não permitem que ninguém mande em sua vida ou controle suas decisões.

São pessoas extremamente resistentes, não conseguem relaxar diante dos prazeres da vida Quando participam de algo, gastam muita energia, pois não sabem improvisar situações, não ficam contentes com qualquer explicação, são extremamente minuciosas e detalhistas. Podemos dizer que essas pessoas não conseguem viver sem preocupações, sempre estão envolvidas em problemas, não conseguem esperar as situações acontecerem de forma natural Não quero dizer com isso que a “enxaqueca ” exista apenas na mente e não seja real. A parte física do problema é tão real quanto os sintomas mentais que o indivíduo possa ou não ter. Talvez ele não esteja passando por nenhum problema mental e peça ao seu médico para tratar apenas a enxaqueca  sem fazer muitas perguntas a respeito da sua vida emocional.Tanto o médico como o paciente ficarão, neste caso, no nível de percepção que se permitiram.

Da mesma forma que o alpinista, talvez, médico e paciente, decidam que não querem continuar, que pode ser perigoso demais. Estão satisfeitos com a visão que têm. No entanto, quer o médico ou o paciente prossigam ou não em sua investigação, quer o alpinista decida continuar a escalar a montanha ou não, a “vista” será a mesma, existam ou não pessoas que a observem. O que acontece no corpo é traduzido para a mente, e vice-versa.

No caso específico desse homem sofrendo de enxaqueca, já analisei como ele pode ser tratado em nível físico, com analgésicos e ficar sempre atento aos sintomas. Geralmente a pessoa já sabe o dia e a hora em que a enxaqueca chegará. Já sei também, se ele e seu médico assim desejarem, de que maneira o nível psicológico poderia ser examinado – a sua vida familiar, os padrões de trabalho, finanças, emoções.

De que maneira a “enxaqueca ” poderia ser examinada de um ponto de vista espiritual? À primeira vista, é difícil identificar qualquer tipo de conexão e seria pouco apropriado o médico sugerir que houvesse alguma. No entanto, se o paciente decidisse examinar outras questões, como:

Que significado tem essa enxaqueca  para mim?

Qual é o objetivo dessa enxaqueca?

Para que essa enxaqueca  está alojada no meu corpo físico?

Poderia desenvolver uma imagem melhor (visão) de mim mesmo, e do mundo, ao desenvolver essa enxaqueca?

Talvez venha a ter uma melhor compreensão, não física ou psicológica, porém um nível mais profundo de “compreensão” que inclui uma apreciação mais completa, “holística”, da sua própria situação.

A enxaqueca  pode representar também a “fome” de paz, de tranquilidade..  Talvez seja a expressão física de algum desejo não expresso, ou de alguma coisa “roendo” a vida do paciente.

O caráter físico dos sintomas ou da doença e a metáfora ou analogia que o indivíduo utiliza podem ajudar a identificar um sentido mais profundo de significado.

Expressões como “carregar” um peso nas costas, algo que “nos cortou o coração”, que é difícil de “engolir” e outras são metáforas que descrevem um estado de espírito ou emoção que acontece no campo físico. Aprender a traduzir a “doença” em imagens ou expressões pode nos ajudar a entender o significado que têm em nossas vidas. É este desejo de procurar o significado e examinar as conexões entre os acontecimentos que proporcionará as lições “espirituais” que valem a pena serem aprendidas. Algumas pessoas conseguem obter uma compreensão da doença que não vai além do nível físico. No entanto, a verdadeira abordagem “holística” exige que tanto o médico quanto o paciente cheguem a um grau muito mais profundo e complexo de exploração. Para isso, é necessário que a pessoa encontre a sua verdade dentro da crença que lhe faça sentido.

A verdade é relativa, pois varia de pessoa para pessoa, ou seja, a minha verdade é diferente da sua verdade. O que você acredita hoje, não contém a mesma verdade do passado, pois hoje você já possui outras crenças que se efetivaram através de experiências e vivências.

Arthur Schopenhauer diz que:

“Toda a verdade passa por três etapas:

Primeiro, ela é ridicularizada.

Depois, é violentamente antagonizada e, por último, ela é aceita universalmente como auto-evidente”.

Acredito, porém, que para muitas pessoas as conexões entre o corpo e a mente são relativamente aceitas, mesmo que apenas em grau ínfimo.

      

E no caso do espírito?

Isso já é completamente diferente – tem a ver com religiões e fé, ritual e adoração. Nenhum cientista moderno poderia aceitar uma noção totalmente rudimentar de espírito e, aceitar uma “causa” espiritual para explicar a saúde ou a doença, pois isso nos levaria de volta aos tempos ruins de bruxas, encantamentos e fogueiras dos quais fomos salvos no século XVII por Descartes e Newton. É claro que a noção de espírito ou alma ou “força motriz” não precisa estar ligada a religiões ou à ida às igrejas. Da mesma maneira que é possível participar de um esporte sem pertencer a uma equipe ou a um clube, é possível ter uma experiência espiritual sem ir à igreja.

Continuando com a analogia do alpinista, poderemos examinar de que maneira essa “experiência” pode ser descrita.

O alpinista escala a montanha e finalmente atinge o alto: senta-se e olha para o caminho percorrido e para a vista que lhe é oferecida. A sua mente começa a vagar e ele se perde na contemplação – começa a sentir uma sensação de atemporalidade – como se tivesse estado sempre ali, toda a sua vida, mas na realidade passaram-se apenas alguns minutos. A sensação de quem ele é pode desaparecer e ele se vê sentindo as árvores ou pássaros, ou nuvens como se fossem ele mesmo. Uma sensação de ligação, totalidade ou unidade com todas as coisas que lhe parecem impossíveis descrever toma conta dele.

Ele tem a sensação de encontrar o segredo da vida, e descobre que todas as experiências estão ali para serem sentidas. Esse estado místico ou espiritual pode ocorrer ao se assistir a uma peça de teatro, escutar uma música, caminhar pelo campo, observar as ondas do mar, fazer amor ou olhar uma criança brincar.

Gurdieff, um psicólogo russo, refere-se a dois estados de consciência em que o homem encontra-se: adormecido e desperto.

A vida proporciona ao indivíduo experiência, em relação ao desenvolvimento dos seus valores éticos, alargando-lhe o campo mental para as conquistas relevantes.

Simultaneamente, quando entorpecida a consciência, o indivíduo deixa-se mergulhar nas conquistas materiais e mundanas, esquecendo-se ou deixando de lado a busca superior da espiritualidade.

Distraído em relação ao mundo espiritual, que o sustenta, o indivíduo não percebe ao longo da sua trajetória humana a importância do estado desperto e sucumbe diante da busca material desenfreada que lhe causa, por vezes, os males e as doenças no corpo físico.

Despertar, portanto, significa identificar novos recursos ao alcance do Ser, descobrindo valores e significados para a vida.

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Conhece te a ti mesmo

Como  tudo na vida, estes termos dependem da interpretação que damos para as palavras e atitudes. O importante aqui é distinguir autoajuda de autoconhecimento.

O termo autoajuda, nos remete a uma fórmula mágica para as pessoas saberem e colocarem em prática, recursos internos, por meio  de passos. Passo 1 até o 10, por exemplo.

E isso ajuda? Sim. Mas a curto prazo. Com o passar do tempo esquece-se a fórmula.

Autoconhecimento é a busca do desenvolvimento pessoal que nem todas as pessoas possuem. Somente quem tem a inteligência intrapessoal desenvolvida, de acordo com Gardney se interessa por conhecer-se.

Existem vários caminhos. Um não exclui o outro. Mas temos mais afinidade com algumas teorias do que com outras. Particularmente, eu venho pesquisando ao longo de 30 anos sobre Programação Neurolinguística, Análise Transacional, Inteligências Múltiplas, Inteligência Emocional, Dominância Cerebral e Meditação. 

Creio que a recomendação de Sócrates – “conhece-te a ti mesmo” – é a pedra de toque do autoconhecimento, ou seja, a consciência de nossos sentimentos no momento exato em que eles ocorrem. Leia o texto o “Céu e o Inferno”, de um autor desconhecido.

“Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa: certa vez desafiou um mestre zen a explicar o conceito de céu e inferno. Mas o monge respondeu-lhe com desprezo:

– Não passas de um grosseiro… Não vou desperdiçar meu tempo com gente da tua laia!

Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando a espada da bainha, berrou:

– Eu poderia te matar por tua impertinência.

– Isso – respondeu calmamente o monge – é o inferno.

Espantado por reconhecer como verdadeiro o que o mestre dizia acerca da cólera que o dominara, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo ao monge a revelação. E isso – disse o monge – é o céu”.

Conclusão:

A súbita consciência do samurai sobre seu estado de agitação ilustra a crucial diferença entre alguém ser possuído por um sentimento e tomar consciência de que está sendo arrebatado por ele.

A isso denominamos autoconhecimento.

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Quem é você, educador?

 É do Paulo Freire esta frase: “Me movo como educador, porque, primeiro, me movo como gente”.

É impressionante como nem todos os educadores  buscam o autoconhecimento.

Mas, certamente, para aqueles que não o fazem, este  artigo não é para eles. E sim, para você que se inquieta com perguntas e reflexões sobre o autoconhecimento.

Existem pessoas que estão dormindo pela vida e na vida, e, outras, que estão despertas.

Você está desperto(a), por isso, me lê.

Já percebeu que é muito mais fácil cuidar do nosso corpo físico do que do corpo emocional ou espiritual. Prova disso, é que quando  se está com algum mal estar físico, divulga-se  entre os seus colegas de trabalho, vizinhos e  familiares. Mas quando se tem entraves emocionais, é difícil admitir tal estado e muitos postergam a ajuda de um profissional competente.

 Há aqui uma crença instalada de que à ida ao médico é muito mais fácil e não compromete tanto quanto marcar uma psicoterapia, ou mesmo uma terapia sistêmica. Este procedimento de buscar ajuda  emocional  é ainda permeado pela crença de que estas pessoas que buscam profissionais da saúde emocional  são desequilibrados e não dão conta  de administrar a sua própria vida.

Perguntas  de autoconhecimento podem nos levar a declarar a nossa Missão de  Vida, que é pautada em nosso valores e regras de conduta.

Afinal, qual é a sua pergunta primária (básica)?

Por meio desta pergunta, você pode trabalhar e elaborar a sua Missão de vida.

Se precisar de ajuda, conte comigo, agendando uma sessão experimental-gratuita.

Sou Cleise Souza, Diretora do IEC e Terapeuta Sistêmica que tem a missão de vida de ajudar pessoas

 

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Educador, sabe o que é Terapia Sistêmica ?

A terapia sistêmica é a terapia que tem como foco a família. O primeiro contato do indivíduo, desde o seu nascimento, ou antes mesmo do nascimento é com a sua família, o que denominamos SISTEMA DE ORIGEM.Quando a pessoa se casa, ou tem filhos, dizemos, então, que ela está no sistema atual. Mesmo que ela já tenha tido vários casamentos, não denominamos ex maridos ou e ex esposa, mas o 1º marido, 2º marido, 1ª esposa, 2ª esposa e assim sucessivamente.A terapia sistêmica, portanto, está fundamentada no pensamento sistêmico que é aplicável não só para as famílias, mas para processos individuais e de casais. O pensamento sistêmico é voltado para a conexão dos relacionamentos nas suas mais variadas redes.Partindo do princípio de que tudo na vida é impermanente e está em movimento, o indivíduo está em constante transformação. Por isso não tem como aplicar a visão cartesiana, a lógica nos processos de desenvolvimento pessoal. Para aqueles que se questionam, que buscam além da sobrevivência, longevidade, saúde e melhora contínua, o pensamento sistêmico faz sentido, pois compreende a dinâmica e a integração das relações que se constituem em redes interconectadas.Assim sendo, não há verdades absolutas, apenas sugestões ou descrições qualitativas (não mensuráveis) e subjetivas próximas dos processos relacionais. O objetivo maior não está, no controle e na competição, mas sim na cooperação, influenciação e ação não violenta.Quando sou procurada para ajudar alguém no meu consultório (do latim consultare que significa pedir conselho, reunir-se com alguém para, ouvindo e falando, saber o que fazer), busco, em primeiro lugar saber do meu paciente como foi a sua infância, como era a sua relação com o pai e a mãe biológicos. Os pais adotivos são importantes, mas são tutores.Sabendo que sistema é um conjunto de elementos complexos que se relacionam em determinado contexto e que todo sistema é um subsistema de uma sistema maior.A terapia sistêmica trabalha cada indivíduo como um sistema, que também é subsistema de outros sistemas maiores: família, trabalho, amigos, religião, vizinhos, escola, clube, time, região, bairro, cidade, estado país.Existem, portanto, uma interação dos elementos que geram relações. Trabalhar essas relações, que muitas vezes geram dor e doenças, é levar o paciente a entender que ele não é vítima e sim, produtor destas relações. Portanto a terapia sistêmica propõe uma forma interconectada de pensar o mundo, evitando assim, repetir padrões de comportamento que causam dor física, moral ou espiritual. Se ficou curioso para saber como funciona na prática a terapia sistêmica? Agende uma sessão experimental gratuita para fazermos a sua avaliação. https://www.cleisesouza.com/agendar-sessao-gratuita-online

Quem é Andrea Pietra?

ANDRÉA PIETRA DE GOÉS TORRES mais conhecida como Andréa Pietra. Professora de Espanhol, contadora de histórias, ventríloqua, empreendedora e escritora. Apaixonada pela profissão.

Bem , costumo dizer que sou professora por amor. Tudo começou quando comecei a trabalhar em uma empresa de locação de carros em Belo horizonte.
Trabalhava na central de reservas atendia vários ligações para reservas de carros em todo o Brasil.

Em uma tarde de domingo no meu plantão atendi um argentino, solicitando um carro para Búzios. Confesso que não estava entendendo nada . O espanhol começou ali ,aquele dia na minha vida. Não falava o idioma e confesso que não estava entendendo nada. Perguntei ao cliente que idioma era aquele, pois fiquei impressionada com a língua.

No dia seguinte fui a uma escola de idiomas me matriculei e começou a minha jornada de estudos na língua espanhola e o encantamento pelo idioma.Sempre gostei de estudar e inovar.

Estudei 4 anos na escola Centro Cultural Brasil España. Surgiu uma vaga na empresa de tradutora espanhol- português. Me candidatei a vaga e fui aprovada. Trabalhei como tradutora 5 anos. O espanhol estava ganhando vida , na minha vida. Então comecei a lecionar para os funcionários da empresa.

Apaixonada pelo meu trabalho e pela desenvoltura na língua montei uma escola de idiomas. Esta funcionou durante 5 anos. Fui para Barcelona , fiquei 1 ano estudando na Espanha e logo quando voltei ingressei na minha pós graduação em língua espanhola, na Universidade Católica de Minas Gerais. Em seguida comecei a trabalhar nas escolas particulares como professora de Espanhol.

Participei de 3 Congressos Internacionais apresentando o meu trabalho em sala de aula com a criatividade e o lúdico.

Trabalho com a criatividade, com o encantamento e sempre busco a excelência no aprendizado da língua espanhola. Atualmente trabalho com bonecos em sala de aula, levando a alegria, a diversão, o cuidado e a praticidade da desenvoltura de uma língua estrangeira. Trabalho com o ensino fundamental 1, fundamental 2 e o ensino médio.

Atravesso os oceanos da prática da língua através da minha paixão por ensinar, inovar e construir. Escrevi 2 livros . Um sobre criatividade em sala de aula em português e o outro em espanhol ” Pablito”.

Estou no 3° livro com outra inovação na educação: “Meditação com Andréa Pietra”. Canal também no yotube com o mesmo nome.

Acredito que o amor, o encantamento, perpassam barreiras de medos, inseguranças e grandes desafios. Sou encantada e apaixonada pelo meu trabalho.Tenho uma facilidade muito grande de inventar, de criar, de inovar. O estudo sempre foi meu companheiro. Adoro estudar. Não paro.Acredito que o sucesso do meu trabalho está no amor que tenho e levo para pessoas. O amor é a base de todo um processo de construção e evolução . Aquilo que doamos nos vem em forma de encantamento , crescimento e gratidão. Sou grata e apaixonada por todo o meu processo de evolução.